Harley Havik: Lágrimas Ininterruptas — Castigos Apenas com Palmadas
Quando Harley chegou em casa com um nível de álcool no sangue obviamente bem acima do limite legal, deixou o carro bloqueando a entrada. Na manhã seguinte, suas colegas de casa Apricot e Ana a acordaram e ela não conseguia encontrar as chaves – descobriu-se que as havia deixado na ignição a noite toda – e, enquanto isso, pessoas com vagas designadas atrás não conseguiam entrar ou sair com seus carros. Então, quando Harley mais tarde pediu para pedir dinheiro emprestado para pagar sua parte do aluguel, Apricot e Ana ficaram menos que satisfeitas.
Elas me pediram para punir Harley em seu nome, de uma forma severa o suficiente para deixar uma impressão duradoura. Então, quando Harley aparece no calabouço onde todas trabalham, ela não espera que Apricot e Ana estejam ambas esperando por ela lá. Elas gostariam de ter uma palavra com ela em privado. Quando chegam a uma sala privada, ela fica desagradavelmente surpresa ao me encontrar lá.
Harley já começa a chorar ao ser repreendida e xingada, quando eu peço que a segurem pelos pulsos e tornozelos enquanto puxo suas calças para baixo. Dou-lhe uma palmada impiedosa com a mão, repreendo-a um pouco mais e depois a espanto com a escova de banho, alternando entre a mão e a escova de banho novamente. A pobre Harley chora descontroladamente durante todo o tempo, mas ainda está longe de acabar.
Harley é colocada no canto, onde chora o tempo todo, e então a trago para ser amarrada para o cinto e a palmatória, que são mostrados na parte 2.
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