A cena abre na sala de estar, onde Alana está sentada no sofá de pijama confortável ao lado de sua madrasta severa, supostamente relaxando antes de dormir. Mas as regras da casa exigem atenção: qualquer palmada recebida na escola naquele dia requer uma repetição rigorosa à noite em suas nádegas já doloridas. Os apelos de Alana por dor e arrependimento caem em ouvidos surdos enquanto a madrasta a puxa sobre o joelho ali mesmo no sofá. A palmada com a mão acelera rapidamente, tapas afiados ecoando nas bochechas avermelhadas de Alana enquanto ela chuta e choraminga. Seu pijama e calcinha são abaixados para uma palmada ainda mais forte nas nádegas nuas. Não há misericórdia com a escova de cabelo, suas costas sólidas de madeira batem com força, machucando sua pele sensível. Alana soluça e chuta as pernas, mas tudo cai em ouvidos surdos. Quando a madrasta sente que ela foi completamente castigada, Alana é enviada para a cama, esfregando suas nádegas latejantes o caminho todo.